(...)-Mas não seria natural.
-Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.
-Natural é encontrar. Natural é perder.
-Linhas paralelas se encontram no infinito.
-O infinito não acaba. O infinito é nunca.
-Ou sempre.
(Caio Fernando Abreu )
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Grande amigo poeta Damário Dacruz!
A VIDA
TEIMA EM SER
MAIS CURTA
E MENOS ÚTIL.
A VIDA
INVENTA
MIL ATALHOS
PROVOCANDO FUGAS.
A VIDA
NÃO SE ENGANA
(NÃO SE ENGANE)
A VIDA
SÓ VALE
A VIDA!!!!!
TEIMA EM SER
MAIS CURTA
E MENOS ÚTIL.
A VIDA
INVENTA
MIL ATALHOS
PROVOCANDO FUGAS.
A VIDA
NÃO SE ENGANA
(NÃO SE ENGANE)
A VIDA
SÓ VALE
A VIDA!!!!!
quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O conheci de perto , e se já tinha auma certa adoração por ele... esta se multiplicou , por sua sensibilidade, simplicidade, simpatia!!!!Foi uma noite especial...perfeita!!!!
E a música dele ?Me transporta daqui pra algum lugar que eu ainda não sei... Só sei que é muito bom!
"Um móbile no furacão!"
Saúde e sucesso a ele!!!!
Sobre Moska
Paulinho Moska (Rio de Janeiro, 27 de Agosto de 1967) é cantor e compositor brasileiro. Começou a tocar violão aos 13 anos. Formado em teatro e cinema pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras - RJ). Integrou o o grupo vocal Garganta Profunda. Em 1987 formou o grupo Inimigos do Rei. À época de grupos como Pearl Jam, Nirvana e Lenny Kravitz, Moska lança seu primeiro CD, em 1993, intitulado "Vontade". Em 1995 lançou "Pensar é Fazer Música", com letras baseadas em seu aprofundamento em filosofia. Em 1997, é lançado o álbum "Contrasenso". Viria depois o ao vivo "Através do Espelho", gravado em uma série de apresentações no Teatro Rival RJ. Em 1999 lança "Móbile", experimentando nova sonoridade com interferências eletrônicas. O álbum "Eu falso da minha vida o que eu quiser" continuaria a estética de "Móbile", e propiciou em sua turnê 2500 fotos em metais de banheiros, que resultou em "Tudo Novo de Novo" dois anos depois. "Acabei compondo muitas canções inspiradas pelas fotos, o que me obrigou a colocá-las no encarte"
Sobre o amor (Vênus)
Não falo do amor romântico,aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento relações de dependência e submissão;paixões tristes.Algumas pessoas confundem isso com amor.E chamam de amor esse querer escravo.
Penso que o amor é alguma coisa que pode ser alguma coisa definida ,explicada, entendida, julgada.Penso que o amor já estava pronto, voluntário,inteiro,.antes de ser experimentado.Mas, é exatamente o oposto para mim que o amor se manifesta.A virtude do amor ,é sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado, o amor está em movimento eterno em velocidade infinita.O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar ser?E como impedir que a imagem sedentária incansada do amor não nos domine?
Minha resposta?O amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre desconhecido.A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor, é de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando diante do seu labirinto,decidimos caminhar pela estrada reta,ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos um leito de um rio com início, meio e fim.
Não!Não podemos subestimar o amor,não podemos castrá-lo .O amor não é orgânico,não é meu coração que sente o amor ,é minha alma que saboreia não é meu sangue que ele ferve!O amor faz sua fogueira dionizíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas voam pelo céu como se fosse novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha;como uma aurora colorida e misteriosa como um crepúsculo inundado de beleza e despedida.O amor grita !Seu silêncio nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor.Se tivemos também devorá-lo.
O amor eu não conheço.É exatamente por isso.Que o desejo e me jogo ao seu abismo,me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega,Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
(Moska)
Penso que o amor é alguma coisa que pode ser alguma coisa definida ,explicada, entendida, julgada.Penso que o amor já estava pronto, voluntário,inteiro,.antes de ser experimentado.Mas, é exatamente o oposto para mim que o amor se manifesta.A virtude do amor ,é sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado, o amor está em movimento eterno em velocidade infinita.O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar ser?E como impedir que a imagem sedentária incansada do amor não nos domine?
Minha resposta?O amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre desconhecido.A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor, é de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando diante do seu labirinto,decidimos caminhar pela estrada reta,ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos um leito de um rio com início, meio e fim.
Não!Não podemos subestimar o amor,não podemos castrá-lo .O amor não é orgânico,não é meu coração que sente o amor ,é minha alma que saboreia não é meu sangue que ele ferve!O amor faz sua fogueira dionizíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas voam pelo céu como se fosse novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha;como uma aurora colorida e misteriosa como um crepúsculo inundado de beleza e despedida.O amor grita !Seu silêncio nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor.Se tivemos também devorá-lo.
O amor eu não conheço.É exatamente por isso.Que o desejo e me jogo ao seu abismo,me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega,Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
(Moska)
Sobre o amor (Vênus)
Não falo do amor romântico,aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento relações de dependência e submissão;paixões tristes.Algumas pessoas confundem isso com amor.E chamam de amor esse querer escravo.
Penso que o amor é alguma coisa que pode ser alguma coisa definida ,explicada, entendida, julgada.Penso que o amor já estava pronto, voluntário,inteiro,.antes de ser experimentado.Mas, é exatamente o oposto para mim que o amor se manifesta.A virtude do amor ,é sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado, o amor está em movimento eterno em velocidade infinita.O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar ser?E como impedir que a imagem sedentária incansada do amor não nos domine?
Minha resposta?O amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre desconhecido.A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor, é de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando diante do seu labirinto,decidimos caminhar pela estrada reta,ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos um leito de um rio com início, meio e fim.
Não!Não podemos subestimar o amor,não podemos castrá-lo .O amor não é orgânico,não é meu coração que sente o amor ,é minha alma que saboreia não é meu sangue que ele ferve!O amor faz sua fogueira dionizíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas voam pelo céu como se fosse novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha;como uma aurora colorida e misteriosa como um crepúsculo inundado de beleza e despedida.O amor grita !Seu silêncio nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor.Se tivemos também devorá-lo.
O amor eu não conheço.É exatamente por isso.Que o desejo e me jogo ao seu abismo,me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega,Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
(Moska)
Penso que o amor é alguma coisa que pode ser alguma coisa definida ,explicada, entendida, julgada.Penso que o amor já estava pronto, voluntário,inteiro,.antes de ser experimentado.Mas, é exatamente o oposto para mim que o amor se manifesta.A virtude do amor ,é sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado, o amor está em movimento eterno em velocidade infinita.O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar ser?E como impedir que a imagem sedentária incansada do amor não nos domine?
Minha resposta?O amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre desconhecido.A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor, é de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando diante do seu labirinto,decidimos caminhar pela estrada reta,ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos um leito de um rio com início, meio e fim.
Não!Não podemos subestimar o amor,não podemos castrá-lo .O amor não é orgânico,não é meu coração que sente o amor ,é minha alma que saboreia não é meu sangue que ele ferve!O amor faz sua fogueira dionizíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas voam pelo céu como se fosse novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha;como uma aurora colorida e misteriosa como um crepúsculo inundado de beleza e despedida.O amor grita !Seu silêncio nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor.Se tivemos também devorá-lo.
O amor eu não conheço.É exatamente por isso.Que o desejo e me jogo ao seu abismo,me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega,Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
(Moska)
terça-feira, 11 de novembro de 2008
CAZUZA :Trecho do filme "o Tempo não pára"
"Cantando agente inventa.Inventa um romance ,uma saudade,uma mentira.Cantando agente faz história.Foi gritando que aprendi a cantar!Sem pudor,sem pecados.Canto para espantar os demônios,pra juntar amigos,pra sentir o mundo,pra sedizeir a vida"
-Se delicie , com as palavras de Rubem Alves
Cartas de amor
Leio e releio o poema de Álvaro Campos.Oscilo.Não se devo acreditar ou duvidar.Se acredito,duvido.Duvido porque acredito.Pois,foi ele mesmo quem disse ,ou melhor o seu outro Fernando Pessoa que ele era u fingidor.”Todas as cartas de Amor são ridículas.Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas...”
Tenho no meu escritório, a reprodução de uma das telas mais delicadas que conheço.”A mulher que lê” de Jonathas Verner.Uma mulher de pé, lê uma carta.O seu rosto está iluminado pela luz da janela.Seus olhos lêem o que está escrito naquela folha de papel que suas mãos seguram,a boca ligeiramente entreaberta, quase num sorriso.De absorda,ela nem dá conta da cadeira, ao seu lado.Lê de pé.Penso ser capaz de reconstruir os momentos que antecedem esta que o pintor fixou.Pancadas na porta interrompem as rotinas domésticas que a ocupavam.Ela vai abrir e lá estava o carteiro, com uma carta na mão.Pela simples leitura de seu nome no envelope, ele identifica o remetente.Ela toma a carta e , comeste gesto,toca uma mão muito distante.Para isso que servem as cartas de amor.não para dar notícias, não para contar nada,não para repetir as coisas demais sabidas, masque as duas mãos separadas se toquem, ao se tocarem a mesma folha de papel.(...)
Volto a Álvaro Campos.Será esta então a razão dos ridículos da carta de amor?O descompasso entre o que elas dizem e aquilo que elas realmente desejam realizar está sempre antes e depois da palavra escrita:Ela quer realizar aquilo que a separação proíbe : O abraço!.Quem quer que tente entender uma carta de amor pela análise da escritura estará sempre fora do lugar,pois o que ela é o que não está ali,o que está ausente. Qualquer carta de amor , não importa o que encontre nela escrito,só fala do desejo a dor da ausência , a nostalgia pelo reencontro.
Aquela carta fez tudo parar.A mulher fecha a porta e caminha pela casa sem nada ver, buscando uma coisa , uma luz apenas , o lugar onde as palavras ficarão luminosas.Que lhe importa a cadeira?Esqueceu-se de que está grávida.Seus olhos caminham pelas palavras que saíram das mesmas mãos que abraçavam.Seu corpo está suspenso naquele momento mágico de carinho impossível que aquele pequeno pedaço de papel abriu no tempo do seu cotidiano.
Uma carta de amor é um papel que liga duas solidões.A mulher está só.Se há outras pessoas na casa , ela os deixou .Bem pode ser que as coisas que estão nela escrita não sejam nenhum segredo,que possam ser contadas á todos.Mas, para que as cartas sejam de amor ela têm que ser lida em solidão.Como se o amante estivesse dizendo:”Escrevo para que você fique sozinha...”È este ato de leitura solitária que estabelece a cumplicidade. Pois, foi da solidão, que a carta nasceu.A carta de amor é objeto que o amante fez para tornar suportável seu abandono.
“Ainda bem que telefone existe”retrucarão os namorados modernos, que não têm de viver amor no espaço da ausências.Engano.Um telefona,não é uma carta falada.Pois lhe falta o essencial:O silêncio da solidão, a calma da caneta pousada sobre a mesa que espera e escolhe pensamentos e palavras.O telefone põe a solidão a perder.Num telefonema a gente nunca diz aquilo que se diria numa carta.Por exemplo:”Eu ia andando pela rua ,quando de repente , vi um ipê rosa florido que me fez lembrar aquela vez...”ou “Relendo os poemas de Neruda encontrei este que imagino, você gostará de ler...”
A diferença entre a carta de amor e o telefone é impositivo .A conversa têm de acontecer naquele momento.Falta-lhe o ingrediente essencial da palavra que é dita sem esperar resposta.E ,uma vez terminada, os dois amantes estão de mãos vazias.
A carta é paciente.Guarda as palavras.E depois de lida ,poderia ser relida, ou simplesmente acariciada.Uma carta contra o rosto poderá haver coisa mais terna .Uma carta de amor é mais que uma mensagem.Mesmo antes lida , ainda dentro do envelope fechado ,têm a qualidade de um sacramente:presença sensível de uma felicidade invisível(...)
Foi então que o quadro de Verneer me fez a cena que as cartas escondem .E a mulher com uma carta na mão e uma criança na barriga?Ela bem que poderia ser Mileva , grávida de uma filha ilegítima , que foi dada para a doação , e sobre quem nada sabe .A criança foi dada .Mas, as cartas foram guardadas.E as razões poderiam ter uma pessoa para guardar cartas ridículas ?O seu rosto absordo e os lábios entreabertos nos dão a resposta para aqueles que amam as ridículas cartas de amor são sempre sublimes.
Volto ao poema de Àlvaro Campos.
Afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor.
São ridículas.
(Alves,Rubem.O Retorno e o Terno.Campinas.SP 24 ED.2003)
domingo, 9 de novembro de 2008
IX Bienal do Recôncavo (Brasil)
IX Bienal do Recôncavo (Brasil)8 de novembro de 2008 a 8 de fevereiro de 2009.
Selecionados
A comissão organizadora da Bienal do Recôncavo divulgou, na última quinta-feira, a lista dos selecionados para a IX edição do evento que acontecerá de 8 de novembro de 2008 a 8 de fevereiro de 2009. O jurí de admissão, formado por Juarez Paraíso, Flávio Lopes e Ayrson Heráclito, elegeu 258 obras das 1379 inscritas nas várias modalidades da Bienal. Entre os finalistas, encontram-se os monitores do Labfoto Jônathas Araújo, com o trabalho Estruturas Urbanas, e Fabíola Freire, com uma imagem da série Foto-Scanner. Para José Mamede, coordenador do Labfoto, a classificação dos monitores demonstra “o talento e a boa qualidade do material fotográfico produzido por eles”.
Criada no início dos anos 90, a Bienal do Recôncavo é um dos principais eventos artísticos da Bahia, contando com a participação de concorrentes nacionais e estrangeiros.
Selecionados
A comissão organizadora da Bienal do Recôncavo divulgou, na última quinta-feira, a lista dos selecionados para a IX edição do evento que acontecerá de 8 de novembro de 2008 a 8 de fevereiro de 2009. O jurí de admissão, formado por Juarez Paraíso, Flávio Lopes e Ayrson Heráclito, elegeu 258 obras das 1379 inscritas nas várias modalidades da Bienal. Entre os finalistas, encontram-se os monitores do Labfoto Jônathas Araújo, com o trabalho Estruturas Urbanas, e Fabíola Freire, com uma imagem da série Foto-Scanner. Para José Mamede, coordenador do Labfoto, a classificação dos monitores demonstra “o talento e a boa qualidade do material fotográfico produzido por eles”.
Criada no início dos anos 90, a Bienal do Recôncavo é um dos principais eventos artísticos da Bahia, contando com a participação de concorrentes nacionais e estrangeiros.
SE TUDO PODE ACONTECER...
"Se tudo pode acontecer
se pode acontecer qualquer coisa
um deserto florescer
uma nuvem cheia não chover
pode alguém aparecer
e acontecer de ser você
um cometa vir ao chão
um relâmpago na escuridão
e a gente caminhando de
mão dada de qualquer maneira
eu quero que esse momento
dure a vida inteira
e além da vida ainda
de manhã no outro dia
se for eu e você
se assim acontecer
se tudo pode acontecer..."
(ARNALDO ANTUNES)
se pode acontecer qualquer coisa
um deserto florescer
uma nuvem cheia não chover
pode alguém aparecer
e acontecer de ser você
um cometa vir ao chão
um relâmpago na escuridão
e a gente caminhando de
mão dada de qualquer maneira
eu quero que esse momento
dure a vida inteira
e além da vida ainda
de manhã no outro dia
se for eu e você
se assim acontecer
se tudo pode acontecer..."
(ARNALDO ANTUNES)
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Carpe Dien!
Corra no parque!Sinta o vento!Ame no inverno!Empine uma pipa!Dance na chuva!Escreva cartas!Leia um livro em uma noite!Perdoe!Declare amor infinito a seus pais!Escale uma montanha!Vista uma roupa esquisita e saia por aí!Pule corda!Invente algo!Mande flores!Viaje sem rumo!Renasça!Experimente!Construa!Invista!Resista!Almeje!Supere!Tome SKOL!(várias!)Dê muitas risadas!Alimente o corpo e a alma!Leia!Toque!Encante!Plante uma árvore!Pinte um quadro!Durma com as estrelas!Acampe!Vá à Arembepe!Escreva uma canção!Vá ao cinema!Tenha fé! Retoque!Entre no mar sem roupa!Tome banho de Cachoeira!Fotografe!Veja O PÔR-DO- SOL!...
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Obama ganha muro de mensagens em Washington
O que te faz feliz?
"O que faz você feliz? A lua, praia, o mar? Uma rua, passear... Um doce, uma dança, um beijo... Ou goiabada com queijo??? Afinal o q faz vc feliz?? Chocolate, paixão.. Dormir cedo, acordar tarde, arroz com feijão, matar a saudade... O aumento, a casa, o carro que você sempre quis, ou são os sonhos que te fazem feliz??? Dormir na rede, matar a sede, ler... Ou viver um romance??? Um lápis, uma letra, uma conversa boa... Um cafuné, cafe com leite, rir à toa.. Um pássaro, um parque, um chafariz... Ou será um choro q te faz feliz??? A pausa para pensar, sentir o vento, esquecer o tempo... o céu, o sol, um som, a pessoa ou o lugar???... O que faz você feliz???"
As coisas
"As coisas têm peso, massa, volume, tamanho, tempo, forma, cor, posição, textura, du-ração, densidade, cheiro, valor, consistência, pro-fundi-dade, contorno, temperatura, função, aparência, preço, des-tino, idade, sentido. As coisas não têm paz. "
(Arnaldo Antunes)
(Arnaldo Antunes)
Grande Clarice!
Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo."
(CLARICE LISPECTOR)
(CLARICE LISPECTOR)
TODO RISCO
A possibilidade
de arriscar
é que nos faz homens.
Voo perfeito
no espaço que criamos.
Ninguém decide
sobre os passos que evitamos.
Certeza
de que não somos pássaros
e que voamos.
Tristeza
de que não vamos
por medo dos caminhos.
(Damário Dacruz)
de arriscar
é que nos faz homens.
Voo perfeito
no espaço que criamos.
Ninguém decide
sobre os passos que evitamos.
Certeza
de que não somos pássaros
e que voamos.
Tristeza
de que não vamos
por medo dos caminhos.
(Damário Dacruz)
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
"Gosto de gente com a cabeça no lugar...de conteúdo interno, com sinceridade nos olhos e dois pés no chão da realidade. Gosto de gente que ri, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço de afago. Gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores...Gente que tem tempo para dar para outros, que semeia perdão, reparte ternura, compartilha vivências, que se dá. Gente de coração desarmado, sem ódio ou preconceitos baratos. Com muito amor dentro de si. Gente que erra e reconhece, cai e se levanta. Apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentora suas lágrimas e sofrimentos. Gosto muito de gente assim... E desconfio que é desse tipo de gente que Deus também gosta. "
Qircia Aparecida(bestona)
Qircia Aparecida(bestona)
...dias...
"Todos os dias quando acordo,vou correndo tirar poeira da palavra:AMOR!"
(Clarice Lispector)
(Clarice Lispector)
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Café Literário
"Quando Ana me deixou - essa frase ficou na minha cabeça, de dois jeitos- e depois que Ana me deixou."
Dia 02 de dezembro,café literário,aguardem!
Dia 02 de dezembro,café literário,aguardem!
Simplicidade...
“A felicidade, como a arte, assume milhões de formas. Precisamos do grande e do memorável, o amor duradouro, amizade, conquistas, música, descobertas. Mas também precisamos das coisas pequeninas e bobas: a chuva batendo na janela,cachorros na cama, cogumelos crescendo na grama, arco-íris duplos, o apagar das luzes da casa, o suspiro de uma cortina que se abre, pão feito em casa. E da luz da lua nos campos, a descoberta de um livro há muito procurado, estrelas “Não precisamos fazer nada hoje”. Todas as coisas que levantam o coração e fazem com que valha a pena viver o dia mais comum. Seja feliz nas pequenas coisas. Elas dão à felicidade a oportunidade de se acercar de você silenciosamente, quase sem ser vista.”
...
Fui surgindo assim, meio amorfo, meio avesso, meio sujo, nu.Como um anjo cubista, um Dali ou um Picasso, algo belo, ou desconexo.Sem algemas nem barbante, fui amando, amando, amando, ... simplesmente.Nada tão surreal ou súbito, apenas uma comédia sem drama ou mocinha.A vida, com seus demônios e anjos, ... amorfos.
Henrique Magalhães
(todos os direitos reservados)
Henrique Magalhães
(todos os direitos reservados)
Jeans solto no vento
É tempo de bordar elegâncias
As presenças cintilantes
Nas andanças no cair das tardes
Crepúsculo visto nos teus olhos cinzas
Aonde o jeans solto no vento
Se mistura ao mar azul e misterioso
No tempo das saudades
Das coisas incertas
Que sempre recomeçam...
Keyla Martins
(todos os direitos reservados)
As presenças cintilantes
Nas andanças no cair das tardes
Crepúsculo visto nos teus olhos cinzas
Aonde o jeans solto no vento
Se mistura ao mar azul e misterioso
No tempo das saudades
Das coisas incertas
Que sempre recomeçam...
Keyla Martins
(todos os direitos reservados)
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