quarta-feira, 12 de novembro de 2008


O conheci de perto , e se já tinha auma certa adoração por ele... esta se multiplicou , por sua sensibilidade, simplicidade, simpatia!!!!Foi uma noite especial...perfeita!!!!
E a música dele ?Me transporta daqui pra algum lugar que eu ainda não sei... Só sei que é muito bom!
"Um móbile no furacão!"
Saúde e sucesso a ele!!!!

Sobre Moska

Paulinho Moska (Rio de Janeiro, 27 de Agosto de 1967) é cantor e compositor brasileiro. Começou a tocar violão aos 13 anos. Formado em teatro e cinema pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras - RJ). Integrou o o grupo vocal Garganta Profunda. Em 1987 formou o grupo Inimigos do Rei. À época de grupos como Pearl Jam, Nirvana e Lenny Kravitz, Moska lança seu primeiro CD, em 1993, intitulado "Vontade". Em 1995 lançou "Pensar é Fazer Música", com letras baseadas em seu aprofundamento em filosofia. Em 1997, é lançado o álbum "Contrasenso". Viria depois o ao vivo "Através do Espelho", gravado em uma série de apresentações no Teatro Rival RJ. Em 1999 lança "Móbile", experimentando nova sonoridade com interferências eletrônicas. O álbum "Eu falso da minha vida o que eu quiser" continuaria a estética de "Móbile", e propiciou em sua turnê 2500 fotos em metais de banheiros, que resultou em "Tudo Novo de Novo" dois anos depois. "Acabei compondo muitas canções inspiradas pelas fotos, o que me obrigou a colocá-las no encarte"

Sobre o amor (Vênus)

Não falo do amor romântico,aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento relações de dependência e submissão;paixões tristes.Algumas pessoas confundem isso com amor.E chamam de amor esse querer escravo.
Penso que o amor é alguma coisa que pode ser alguma coisa definida ,explicada, entendida, julgada.Penso que o amor já estava pronto, voluntário,inteiro,.antes de ser experimentado.Mas, é exatamente o oposto para mim que o amor se manifesta.A virtude do amor ,é sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado, o amor está em movimento eterno em velocidade infinita.O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar ser?E como impedir que a imagem sedentária incansada do amor não nos domine?
Minha resposta?O amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre desconhecido.A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor, é de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando diante do seu labirinto,decidimos caminhar pela estrada reta,ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos um leito de um rio com início, meio e fim.
Não!Não podemos subestimar o amor,não podemos castrá-lo .O amor não é orgânico,não é meu coração que sente o amor ,é minha alma que saboreia não é meu sangue que ele ferve!O amor faz sua fogueira dionizíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas voam pelo céu como se fosse novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha;como uma aurora colorida e misteriosa como um crepúsculo inundado de beleza e despedida.O amor grita !Seu silêncio nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor.Se tivemos também devorá-lo.
O amor eu não conheço.É exatamente por isso.Que o desejo e me jogo ao seu abismo,me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega,Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
(Moska)

Sobre o amor (Vênus)

Não falo do amor romântico,aquelas paixões meladas de tristeza e sofrimento relações de dependência e submissão;paixões tristes.Algumas pessoas confundem isso com amor.E chamam de amor esse querer escravo.
Penso que o amor é alguma coisa que pode ser alguma coisa definida ,explicada, entendida, julgada.Penso que o amor já estava pronto, voluntário,inteiro,.antes de ser experimentado.Mas, é exatamente o oposto para mim que o amor se manifesta.A virtude do amor ,é sua capacidade potencial de ser construído, inventado, modificado, o amor está em movimento eterno em velocidade infinita.O amor é um móbile.
Como fotografá-lo?Como percebê-lo?Como se deixar ser?E como impedir que a imagem sedentária incansada do amor não nos domine?
Minha resposta?O amor é o desconhecido.Mesmo depois de uma vida inteira de amores, o amor será sempre desconhecido.A força luminosa que ao mesmo tempo cega e nos dá uma nova visão.A imagem que eu tenho do amor, é de um ser em mutação.O amor quer ser interferido, quer ser violado, quer ser transformado a cada instante.A vida do amor depende dessa interferência.
A morte do amor é quando diante do seu labirinto,decidimos caminhar pela estrada reta,ele nos oferece seus oceanos de mares revoltos e profundos e nós preferimos um leito de um rio com início, meio e fim.
Não!Não podemos subestimar o amor,não podemos castrá-lo .O amor não é orgânico,não é meu coração que sente o amor ,é minha alma que saboreia não é meu sangue que ele ferve!O amor faz sua fogueira dionizíaca no meu espírito.Sua força se mistura com a minha e nossas pequenas fagulhas voam pelo céu como se fosse novas estrelas recém-nascidas.
O amor brilha;como uma aurora colorida e misteriosa como um crepúsculo inundado de beleza e despedida.O amor grita !Seu silêncio nos dá sua música.Nós dançamos sua felicidade em delírio porque somos o alimento preferido do amor.Se tivemos também devorá-lo.
O amor eu não conheço.É exatamente por isso.Que o desejo e me jogo ao seu abismo,me aventurando ao seu encontro.A vida só existe quando o amor a navega,Morrer de amor é a substância de que a vida é feita.Ou melhor, só se vive no amor.E a língua do amor é a língua que eu falo e escuto.
(Moska)

terça-feira, 11 de novembro de 2008

EVENTO:


CAZUZA :Trecho do filme "o Tempo não pára"

"Cantando agente inventa.Inventa um romance ,uma saudade,uma mentira.Cantando agente faz história.Foi gritando que aprendi a cantar!Sem pudor,sem pecados.Canto para espantar os demônios,pra juntar amigos,pra sentir o mundo,pra sedizeir a vida"

"É o que pulsa o meu sangue quente
É o que faz meu animal ser gente
É o meu compasso mais civilizado e controlado"
(No compasso-Ângela Rorô)